Os templos mais impressionantes da Ásia

Os templos mais impressionantes da Ásia

A Ásia é um continente que esconde grandes maravilhas arquitetônicas, seus destinos turísticos são famosos em todo planeta. Vamos agora conhecer alguns dos templos mais fantásticos do continente.

Borobudur (Java, Indonésia)

Na ilha de Java, isolado na imensa planície e rodeado por um exuberante paisagem, aparece o templo de Borobudur. Esta construção é considerada a expressão máxima da arquitetura budista na ilha e data do 750 d. C. O templo é formado por uma série de anéis concêntricos, que se vão estreitando à medida que se vai subindo até culminar em uma grande estufa central, o edifício é típico da arquitetura budista. Entre 1907 e 1911, foi restaurado por diversos grupos de arqueólogos holandeses que o livraram da ameaça da vegetação tropical e o transformaram em um dos grandes atrativos turísticos da ilha da Indonésia.

Shwedagon Paya (Yangon, Mianmar)

Este templo da capital birmanesa é o complexo religioso mais importante da cidade, já que contém algumas relíquias de Buda, entre elas mexas de cabelos de Siddharta Gautama. Ele é coberto por um banho de ouro e tem 100 metros de altura. Situa-Se na margem ocidental do Lago Real nas colinas Singuttara e para visitá-la, deve-se retirar os sapatos e cobrir pernas e ombros, além de visitá-la no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio.

Angkor Wat (Camboja)

Este templo é a máxima expressão arquitetônica do poderoso império khmer, que dominou o sudeste asiático, desde as montanhas da atual Mianmar, até as costas do Vietnã e a península da Malásia. Este lugar foi descoberto no final do século XVl pelos ocidentais e é a construção religiosa mais expressiva de todo o mundo, patrimônio cultural sem igual no Camboja e o orgulho nacional (aparece inclusive em sua bandeira). Além disso, é listado como um dos mais emblemáticos achados arqueológicos do sudeste asiático, e não há dúvida de que é o maior pólo turístico, em terras cambojanas.

Templo do céu (Pequim, China)

Trata-Se do maior templo do seu estilo em toda a China. Foi construído no ano de 1420, e as dinastias Qing e Ming o utilizaram para rogar por boas colheitas na primavera e para dar graças pelos frutos colhidos no outono. O templo do céu é formado por um conjunto de edifícios cercados por uma muralha dupla: ao norte o Salão de Oração da Boa Colheita e ao sul o Altar Circular e a Abóbada do Céu. Desde o ano de 1998, está inscrito na lista de Patrimônio da Humanidade da Unesco.

Templo do lótus (Delhi, Índia)

Quando alguém se encontra em frente a este templo, logo adivinha de onde vem o seu nome, e é que a sua forma de flor de lótus é evidente do chão ao céu. O templo foi concluído em 1986 e ganhou vários prêmios de arquitetura.

O Templo do Lótus está aberto para todos, independentemente da religião sem qualquer outra distinção, tal e como indicam os textos Bahai. Os templos Bahai são lugares para que as pessoas de todas as religiões se reunam para adorar a Deus. Curiosamente, não é permitido tocar nenhum instrumento, estando em seu interior, nem podem ser realizados sermões ou qualquer outro ritual.

Kikaku-Ji (Japão)

Também conhecido como Pavilhão Dourado, é um dos templos mais famosos de Kyoto, e é raro que algum turista saia da cidade sem vê-lo. Trata-Se de um templo zen, localizado ao norte da cidade, cuja peculiaridade, que por sua vez lhe dá o nome, é o de ser revestido de folha de ouro em suas paredes. Ao entrar, o visitante encontra-se em frente a um lindo lago cheio de ilhas, pedras e pinheiros de estilo japonês, que representam capítulos do budismo japonês e em que o templo reflete sua imagem. O lugar faz parte do Patrimônio da Humanidade da Unesco desde 1994.

Boudhanath (Catmandu, Nepal)

Boudhanath é um dos locais budistas localizados em Katmandu, capital do Nepal. Situada a cerca de 11 quilômetros do centro, é uma das maiores estruturas não somente neste país, mas também uma das maiores do mundo. Ao seu redor encontram-se mais de 50 gompas (mosteiros) tibetanos. Esse lugar faz parte da lista de locais que são Patrimônio da Humanidade desde 1979 e, sem dúvida, o melhor momento para visitá-lo é o pôr-do-sol, quando dezenas de tibetanos saem para orar ao redor, enquanto entoam os mantras e acendem lâmpadas de óleo ou fazem girar as rodas de oração.

Lmbre-se, quando viajar a esses países, tenha em mente que cada um deles tem sua própria moeda!

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